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O blogueiro Zema Ribeiro está atendendo em novo endereço

Após ano e meio de parceria com o jornal O Imparcial, o jornalista Zema Ribeiro voltou à independência na blogosfera: Homem de vícios antigos está atendendo novamente no velho endereço.

No mais, é colunista do site do Instituto Itaú Cultural, onde assina mensalmente Emaranhado, e apresenta, aos sábados, com Gisa Franco, de meio dia às 14h, o Balaio Cultural, na Rádio Timbira AM, e colabora eventualmente com Farofafá, site de jornalismo musical da revista CartaCapital.

Nas redes sociais atente em @zemaribeiro, além de pelo e-mail [email protected]

As conexões de som e sentimento

Conectar. Capa. Reprodução
Conectar. Capa. Reprodução

 

Uma leitura mais apressada, menos atenta, pode enxergar o convite: “vem conectar”. Não estará de todo errado. Mas ali está Wem Conectar [2016], nome do artista e título do disco, em cuja capa ele aparece, emoldurado por bela paisagem, sentado num cubo com seu nome/marca, com um fio caído do céu plugado – conectado – ao violão que empunha. O verbo-título transforma o “ar” em voo de pássaros.

Uma andorinha só não faz verão, sabemos, e ao abordar o universo das conexões, as humanas, sem mediação de máquinas, o disco de Wem soa como uma doce lufada de esperança no humano, na humanidade. Doçura, aliás, não falta. Outro ponto destas conexões que merece destaque é o fato da realização de Conectar ter sido possível graças a uma campanha de financiamento coletivo.

Wem é autor das 11 faixas de Conectar, somente as três iniciais com parceiros: Se eu te encontrar (com Chico Salem), a faixa-título e Nosso quarto (ambas com Amanda Basani). “As manchetes vão virar poema/ Marginal Pinheiros vira mar/ a televisão vira cinema/ roda de fogueira vira altar”, diz o otimismo escancarado da faixa de abertura. “A segunda vira sexta-feira/ a quaresma vira carnaval/ qualquer gafe vira gafieira/ bad trip vira alto astral”, continua, com o lendário Dadi ao contrabaixo e piano, o que conecta o artista a Novos Baianos, A Cor do Som e Tribalistas.

Em Antes, a voz de Wem é emoldurada pela companhia de Marcelo Jeneci, que além de cantar, toca piano e sintetizador. São artistas de timbres, estilos e doçuras parecidos – aliás, quem gostou dos dois discos solos de Jeneci certamente vai gostar também de Conectar, mais uma em um disco de tantas conexões.

As letras, com cifras para violão no encarte, tratam basicamente do amor – a melhor conexão possível. Wem (voz, violão, assovio, piano, guitalele, guitarra, cuatro, palma) é escoltado por – ou conectado a – Fabio Pinczowsky (guitarra, palma, violão, teclado), Ricardo Prado (sanfona, teclado, contrabaixo, palma, piano, guitarra), Guilherme Kastrup (bateria, percussão) e Bruno Buarque (bateria em Se eu te encontrar).

Nestes tempos botocudos, Conectar é um disco necessário e preciso. Como as constatações e o convite da faixa-título: “Não consigo te conectar/ mas não canso de te procurar/ sobra megabyte falta amor/ desencana desse servidor/ Chega a hora de dormir/ liga a tv pra se distrair/ queria tanto te conquistar/ larga desse celular e vem pra cá me amar/ Meu bem vem que tem/ um abraço um amasso é melhor/ que essa tela fria, vai na minha/ isso é alta tecnologia humana/ se enrosca na rede real do amor a dois”.

Veja o clipe de Solidão Jamais (Wem):

Metais em brasa hoje no Sesc Partituras

O Marabrass em Alcântara. Foto: divulgação
O Marabrass em Alcântara. Foto: divulgação

 

O auditório da Escola de Música do Estado do Maranhão Lilah Lisboa de Araújo (Emem, Rua da Estrela, Praia Grande) recebe hoje (29), às 19h, mais uma edição do Concerto Sesc Partituras – o espetáculo integra a programação de aniversário de 70 anos do Serviço Social do Comércio (Sesc).

Daniel Cavalcante (trompete) regerá o sexteto Marabrass, formado, além dele, por Hugo Carafunim (trompete), Jairo Moraes (trompa), Daniel Miranda (trombone), George Campos (tuba) e Marcel Pereira (percussão).

“Quando eu recebi o convite, pensei em fazer uma formação diferente, mas ao me debruçar sobre o banco de partituras do Sesc, optei por tocar com o grupo que já existia, o Quinteto Marabrass, Mara de Maranhão e brass de metais, que já tem 13 anos tocando junto. É grande a responsabilidade”, contou Daniel Cavalcante ao Homem de vícios antigos.

Ele prometeu “mesclar o repertório [do acervo do Sesc Partituras] de forma que a gente possa transitar entre o erudito e o popular”, destacando, entre os compositores que estarão no repertório do Marabrass na noite de hoje, nomes como “Henrique Alves de Mesquita, Marcílio Onofre, Maestro Duda e Bonfiglio de Oliveira, dentre outros”.

A biblioteca virtual de partituras do Sesc tem acesso gratuito a qualquer interessado/a. O concerto de hoje à noite também.

Lourival Tavares lança Enluarado no Teatro da Cidade

[release]

Divulgação

Oitavo disco da carreira do maranhense radicado em São Paulo será lançado em show intimista. Além de repertório autoral, espetáculo trará obra de grandes nomes da música brasileira

Com 29 anos da gravação de seu primeiro disco, o cantor e compositor Lourival Tavares volta a se apresentar em São Luís. O show será sexta-feira (11), às 20h, no Teatro da Cidade de São Luís (antigo Cine Roxy). Na ocasião o músico lançará seu oitavo disco, Enluarado, mesmo título do espetáculo.

O repertório de Enluarado terá a íntegra do disco, que inclui, entre outras, Muito romântico, de Caetano Veloso (gravada por Roberto Carlos), e Pequeno concerto que virou canção, de Geraldo Vandré. No show, Lourival Tavares passeará também por músicas de outros discos seus, casos de Matadouro, parceria com o poeta Celso Borges, Velha calça de xadrez, parceria com Josias Sobrinho e Éden Bentes, além da obra de artistas que admira, como João do Vale, Luiz Gonzaga e Betto Pereira, de quem gravou Ana e a lua.

Enluarado é uma espécie de apanhado de sua trajetória. O disco, junto com o dvd O laço do olhar, aponta os destaques de sua produção e nomes que foram importantes para a sua formação musical. O dvd conta com a participação especial de Jarbas Mariz, músico da banda de Tom Zé, que já havia gravado com Lourival Tavares em seu disco ao vivo Na colheita dos versos. No palco ele será acompanhado por Marcos Lussaray (violão e guitarra).

“O roteiro do show é baseado no repertório do disco Enluarado, acrescido de músicas que gosto de cantar. Mas é claro que seu formato enxuto, somos eu e mais um músico no palco, permite certa flexibilidade. O público pode aguardar algumas surpresas”, avisa Lourival Tavares, natural de Santa Inês/MA, hoje radicado em São Paulo.

O músico voltou à São Luís para participar da temporada junina. “Fiz algumas apresentações, recarrego as baterias, as energias para viver em São Paulo e criar. Resolvi aproveitar o prolongar da passagem para lançar o disco novo em minha terra natal”, revela.

Serviço

O quê: show Enluarado
Quem: Lourival Tavares
Quando: 11 de julho (sexta-feira), às 20h
Onde: Teatro da Cidade de São Luís (antigo Cine Roxy)
Quanto: R$ 20,00 (R$ 10,00 para estudantes e demais casos previstos em lei)
Maiores informações: (98) 8122 0009

Bota Pra Moer

Antônio Lima era o nome próprio daquele pernambucano entroncado, de cor clara, cabeça a la Rui Barbosa, natural de Caruaru e do qual os maranhenses recordam muitas histórias. Devido a sua impressionante inteligência, logo que aqui chegou foi batizado pela plebe de “Bota Pra Moer” e essa alcunha o acompanhou até o fim de sua existência. “Bota Pra Moer” era simplesmente impressionante, um matemático como até então nunca tinha aparecido igual em São Luís. Para quem não teve o privilégio de conhecê-lo, basta dizer que “Bota Pra Moer” chegava para uma pessoa e perguntava o dia, mês, ano e hora em que aquela pessoa nascera. De posse destes dados e num rápido cálculo que fazia mentalmente, dali a minutos respondia quantos anos, meses, dias e horas aquela pessoa tinha vivido até aquele instante. Outra faceta impressionante deste personagem era ler (mas ler mesmo) um jornal de cabeça para baixo e ficava lendo com a maior naturalidade. Depois relatava tudo o que os jornais estavam noticiando.

“Bota Pra Moer” usava sempre roupas de segunda mão que ganhava de famílias mais abastadas. Almoçava, jantava e, às vezes, dormia na residência do farmacêutico Garrido, proprietário da Farmácia Garrido, na Rua Grande. O farmacêutico não admitia que o chamassem pelo apelido e tinha, juntamente com sua esposa, uma estima muito grande pelo excêntrico matemático. Conta-se que, certa vez, “Bota Pra Moer” chegou à farmácia do seu Garrido e perguntou-lhe, num tom muito sério

“Seu Garrido, o senhor gosta de carne de boi?”

Garrido que estava muito atarefado, respondeu que sim, gostava de carne de boi. “Bota Pra Moer”, depois de algum instante, novamente tirou o farmacêutico de suas tarefas e perguntou-lhe:

“Seu Garrido, o senhor come carne de boi?”

Um pouco chateado, Garrido respondeu:

“É claro, Antônio, eu gosto e como carne de boi. E tu, não comes?”

Ao que “Bota Pra Moer” respondeu, ironicamente:

“Comer eu como, seu Garrido, mas é sentado…”

O farmacêutico caiu na gargalhada, diante daquela tirada de “Bota”.

Os bolsos de “Bota Pra Moer” viviam cheios de pão, que ele comia constantemente. Em outros bolsos guardava papéis e tocos de lápis para fazer seus cálculos. Às vezes era contratado por firmas para sair fazendo propaganda de casas comerciais. Nessas ocasiões andava pelas ruas com duas placas, uma na frente e outra atrás, anunciando os produtos e preços da firma comercial que o contratara. E como ficava feliz e sorria quando os transeuntes paravam para olhar as placas que conduzia!

“Bota Pra Moer” gostava também muito de crianças, sempre tinha alguma coisa para oferecer aos petizes que o cercavam. Um de seus hábitos era fazer casinhas de papelão que vendia para as crianças, a preços módicos, porque, para ele, o importante era fazer felizes aqueles pequeninos seres. Outra mania do nosso personagem: colecionar nos bolsos bolinhas de gude. Quando encontrava alguém disposto fazia aposta de como era capaz de engolir aquelas bolinhas e quase sempre ganhava, trazendo-as de volta na hora em que fazia as necessidades fisiológicas. Tirava as bolinhas da “massa fecal” e limpava, guardava-as novamente nos bolsos, à espera de novos apostadores.

São Luís é conhecida como “Ilha Rebelde” devido à célebre greve de 1951, quando o povo se revoltou contra a posse no governo do Sr. Eugênio Barros. Um dia os grevistas entregaram a “Bota Pra Moer” a bandeira nacional e o colocaram à frente, numa marcha rumo ao Palácio dos Leões. Os grevistas se autointitularam de “Soldados da Liberdade”. Quando a turba chegou à Praça Pedro II e “Bota Pra Moer” viu aquele monte de policiais em frente ao Palácio, com as armas em ponto de bala, prontamente entregou a bandeira para o primeiro que apareceu, afirmando:

“Até aqui eu vim, mas daqui pra frente arranjem outro que seja mais doido do que eu…”

Outros fatos pitorescos que se conta de “Bota Pra Moer”:

Certa vez telefonaram da residência do Sr. João Pereira, avô do Dr. Gabriel Cunha (que morava na Rua das Hortas) pedindo que fosse com urgência com determinado medicamento para uma pessoa da família que estava passando mal. Nessas ocasiões, o farmacêutico sempre pedia a “Bota Pra Moer” para fazer tais entregas. E foi o que aconteceu naquele dia. Seu Garrido tirou o remédio da prateleira, chamou “Bota” e deu-lhe o medicamento, instruindo-o quanto ao endereço onde deveria entregá-lo.

“Bota Pra Moer” chegou à porta da casa do Sr. João Pereira e bateu. Não foi atendido, tornou a bater e nada. Insistiu mais uma vez e ninguém dava sinal de vida. Vendo uma janela aberta, “Bota” pulou a referida janela, foi até a varanda da casa, deixou o remédio em cima de uma mesa, voltou a pular a janela e retornou para a farmácia. Ao chegar àquele estabelecimento, seu Garrido perguntou-lhe:

“Como é, Antônio, deixaste o remédio lá onde eu te disse?”

“Deixei, seu Garrido. Não tinha ninguém na casa e eu coloquei em cima de uma mesa.”

A essas alturas, na residência do Sr. João Pereira, estava todo mundo estupefato, sem saber como aquele precioso remédio fora parar em cima da mesa, sem que ninguém tivesse aparecido. Já estavam considerando um verdadeiro milagre, quando Garrido telefonou e contou a presepada de “Bota Pra Moer”.

Em outra ocasião, o então Presidente Dutra estava em visita a São Luís, trazido pelo Senador Vitorino Freire. Como parte da programação, Dutra e Vitorino foram para o Estádio Santa Isabel, onde o Presidente deveria dar o pontapé inicial de uma partida entre Sampaio e Moto. Quando as autoridades adentravam ao gramado (como dizem os locutores esportivos) lá atrás ia o “Bota Pra Moer”, muito na dele, jogando ioiô de tampa de panela. Nas arquibancadas e gerais a gritaria era infernal, todos se deliciando com o feito do “Bota”…

Pouco antes de “Bota Pra Moer” deixar este mundo, foi protagonista de outro episódio interessantíssimo. Tocava uma valsa numa das casas comerciais da Praça João Lisboa e nosso personagem, desinibido como era, apanhou a esmoler conhecida por Tiririca e com ela saiu valsando pelo calçadão existente em frente ao Moto Bar. Foi um acontecimento! Muita gente parou para ver aquele casal dançando feliz em plena praça, deixando de lado as tristezas da vida.

“Bota Pra Moer” costumava banhar-se numa lagoa infecta que se formava na Rua Paulo Frontin (no hoje bairro Retiro Natal) e que na época estava sendo aterrada. Aquela lagoa era, para o “Bota”, uma espécie de piscina, de rio ou de mar. Numa dessas vezes, vitimado por um mal súbito, “Bota Pra Moer” pereceu naquela lagoa e seu corpo foi encontrado no dia seguinte por populares que ali transitavam.

O corpo de “Bota Pra Moer”, depois de autopsiado, foi entregue à Faculdade de Medicina, onde os acadêmicos dele fizeram uso para seus estudos. Mesmo morto, o conhecido matemático foi útil – ou continua sendo útil – para os maranhenses…

*

Lopes Bogéa no raro Pedras da Rua [São Luís, 1988, 320 p.], cuja capa desenhada por Elvas Ribeiro, vulgo Parafuso, abre-ilustra este post. No livro o saudoso compositor dedica-se a perfilar estas “figuras populares”,  “gente simples de São Luís”, merecedoras de “nosso respeito e o nosso carinho”, como alerta o autor no preâmbulo da obra.

64 anos após lançado Carrossel da esperança permanece atual

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Comédia de Jacques Tati é uma crítica ao corre-corre desenfreado da sociedade contemporânea

Carrossel da esperança [Jour de fête, 1949, 77min.] inaugurou hoje a mostra Tati por inteiro, promovida pelo Sesc, no Cine Praia Grande, que recebeu um bom público para a sessão de abertura.

No filme, o próprio Jacques Tati interpreta o carteiro François, um atrapalhado de bom coração que tem em ajudar um prazer. Na praça de um vilarejo francês – alguns moradores compõem o elenco – instala-se um carrossel, a despertar o interesse, por motivos diversos, de adultos e crianças.

Nosso adorável carteiro, entre fazer o seu e bebericar em serviço, acaba assistindo, em um cine-mambembe a um filme sobre os carteiros americanos, cujo ideal de rapidez passa a perseguir. E é a partir daí que o filme torna-se ainda mais engraçado.

Muitos comediantes sem graça de hoje em dia deveriam assistir Tati e aprender com ele: é impressionante como mais de 60 anos depois de lançado, o filme continue despertando o sorriso em adultos e crianças. Carrossel da esperança não é cinema mudo, mas a fala ali é quase detalhe, o que facilita o entendimento para crianças que por vezes não conseguirão acompanhar as legendas. Ou mesmo para os que ainda não aprenderam a ler: o cineasta é recomendável para todas as idades. Sem contraindicação, sem moderação. Aproveite a mostra Tati por inteiro por inteiro.

Outro detalhe curioso sobre o filme é que durante muito tempo conheceu-se apenas sua versão em preto e branco: o colorido era uma tecnologia experimental na época e a versão em cores só veio a público em 1995, durante o restauro da obra de Tati, coordenado por sua filha. A música de Jean Yatove mereceria um comentário à parte: impecável trilha sonora de ares circenses.

Não se enganem os que pensam que a atualidade do humor de Tati está na facilidade, no fazer rir descompromissado de tropeços e quedas típicos dos pastelões. Isso está lá também. Mas não só. No fundo, a busca de François pela velocidade dos carteiros americanos em Carrossel da esperança acaba sendo uma crítica ao nosso correr desenfreado em busca de não sei o quê – dinheiro, celular último modelo, carro zero em não sei quantas prestações, casa própria, sucesso e reconhecimento profissional. Quer algo mais atual que isso?

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A mostra Tati por inteiro continua até sábado, programação de amanhã (22) na imagem que abre o post. Abaixo, trailer de Meu tio (Oscar de melhor filme estrangeiro de 1959, 20h); o de As férias do sr. Hulot (18h), no post anterior.

A intrusa: adquira já a sua!

O escritor Bruno Azevêdo reuniu os 12 capítulos de A Intrusa, folhetim que publicou ao longo do ano passado no jornal Vias de Fato, e publica agora um livro com sua história de amor, voltada sobretudo ao público feminino, nos moldes de hits de bancas de outrora, vide Julia, Sabrina e Barbara Cartland, entre outros que eu sempre vi tia Sara comprando e lendo.

Com ilustrações de Eduardo Arruda, capa de Frédéric Boilet, e prefácio de Xico Sá, a obra, que será lançada em maio, já pode ser adquirida no site da Beleléu, que lança a obra junto da Pitomba.

Em tempo: 18 de maio (sábado), às 14h30min, Bruno Azevêdo divide uma mesa com Ronaldo Bressane e Pedro Franz, sob mediação de Augusto Paim, sobre Narrativas gráficas sequenciais na Festipoa Literária.

Mais Ernesto Nazareth

Esta semana o blogue tem lembrado de Ernesto Nazareth, por ocasião dos 149 anos de seu nascimento e pelo lançamento do site do IMS que o homenageia. Abaixo, algumas pérolas deste compositor, executadas por nomes do primeiro time de nossa música instrumental:

Lembrando que domingo (25), às 9h, na Rádio Universidade FM tem Chorinhos & Chorões, com Ricarte Almeida Santos e as participações deste que vos perturba e João Pedro Borges. Não percam!

Para roer as Pitomba!s até o caroço

Para ler, baixar e/ou imprimir (e queimar em praça pública), vão aí os dois números da Pitomba! publicados até agora (em breve o site da editora homônima estará no ar). Pois como disse meu amigo-irmão Reuben da Cunha Rocha, um de seus editores, “se seguirão outros números ainda piores, aos trancos & barrancos”. Divirtam-se, pois como ele também disse, antes, a revista que ele edita com Bruno Azevêdo e Celso Borges é “dedicada a proporcionar o máximo de diversão possível através do maior número possível de provocações — & isso basta”.