Coluna Aparte – Família Maranha

Chegou a eleição com seus fatos corriqueiros, armações e intrigas dando características diferentes de pleitos passados.

Zé Maranha, figura bolada pelo chargista Nuna, do jornal O Imparcial, alcançou rapidamente a aceitação dos leitores da Coluna Aparte, tornado-se o comentarista predileto com suas tiradas ácidas e humoradas.

Naturalmente, com tantas futricas, Zé Maranha cobrou do Nuna a criação da Família Maranha com a casqueira esposa Dona Zizi, a filha boazuda e desbocada Rosemary e o filho caçula e peralta Cafifa, sempre prometendo e aprontando.

Todos afiadíssimos para dar conta de tanta confusão que devem surgir nesta maluca campanha pelo poder no Maranhão.

  • Coluna Aparte publicada nas segundas-feiras, na página Política, no jornal O Imparcial.
  • Charge da Família Maranha por Nuna.

Ressaca juridica?

Equívoco generoso causado pela juíza de Coroatá, Anelise Nogueira Reginato, forçando uma ampla discussão do papel dos poderes judiciário, executivo e legislativo em relação aos comportamentos que permitam o equilíbrio diante de desejos particulares, posições ideológicas e interesses financeiros.

Verdade que a decisão criou uma ressaca jurídica, remexeu com as mais precisas lembranças dos golpes políticos aplicados por meio de decisões compradas. Indiscutível que a mais emblemática está na queda do governador Jackson Lago (PDT).

Sem esquecer os diários vende e compra de mandatos no judiciário, gerando uma indústria que passa nos gabinetes dos poderes em conjunto aos escritórios de advocacia, criando a permanente instabilidade em todos os sentidos.

Muitos acreditam na impossibilidade da decisão da juíza contra Flávio Dino e Márcio Jerry, ambos do PCdoB, surta algum efeito pelo simples fato do notável saber do governador.

Vale lembrar que no início do processo de Jackson Lago (PDT) seus principais assessores acreditavam que eles eram o poder, nunca que estavam somente como governo.

Sarney agradeceu.

Edivaldo, presente

Opositores difamam, espalham cirurgicamente na imprensa e nas redes sociais, pingam diariamente no coletivo a fixa ideia que o prefeito Edivaldo Holanda (PDT) nada produz na sua gestão em São Luís.

Milimetricamente o grupo Sarney estudou e aplicou por meio do seu Sistema Mirante a imagem da gestão improdutiva, sempre calculando a estratégia de esvaziar o prefeito como principal cabo eleitoral de Flávio Dino (PCdoB).

Mesmo a prefeitura de São Luís pagando a TV Mirante inserções diárias das obras na capital perde diante do volume de notícias contrárias em seus veículos de comunicação.

Muito diferente do que pregam, o prefeito tem um vasto mapa de comunidades atendidas com obras estruturantes e moradias entregues, criando uma relação de parceria eleitoral que nem a propaganda mentirosa consegue romper.

Verdade que os votos que surgirem em São Luís nesta eleição vão ter muitos cobrando a paternidade. Mas o aliado do grupo Dino não está preocupado com isto, sua mensagem sempre fala de todos.

  • Charge do Nuna.

TRE, por uma decisão imparcial

Somente dúvidas pairam na decisão da juíza de Coroatá, Anelise Nogueira Reginato, em determinar a cassação do prefeito e do vice do município de Coroatá e a inelegibilidade dos candidatos Flávio Dino e Márcio Jerry, ambos do PCdoB.

Mais do que criar um fato eleitoral, mais do que colocar sua carreira de magistrada no rótulo da inconsistente independência, a juíza criou um dos maiores vexames no poder judiciário do Maranhão, obrigando aos seus membros mostrarem liberdade em relação a qualquer grupo político.

Poderia haver uma consistência mais apurada na decisão, talvez um ato do presente, jamais especulações dos opositores do grupo Dino referente a eleição de 2016 com os eleitos diplomados pelo TRE. Muitos dos juristas consultados registram como um lapso, um desequilíbrio momentâneo e, alguns, mais rígidos observadores, afirmam um suicídio profissional.

Fundamental tratar a decisão da magistrada com respeito, respondendo no âmbito judiciário para que sirva de exemplo, permitindo que outros servidores públicos afastem a influência pessoal, exercendo a interpretação da lei sem digitais de estranhos às suas funções.

Prejudicial ao processo eleitoral criar o cenário da instabilidade, generosa e necessária a urgente decisão do Tribunal Regional Eleitoral para uma eleição equilibrada, sem rejeição dos eleitores diante de decisões temperamentais incentivadas pelo grupo Sarney.

Klamtiando – Brandão e Banco do Brasil

Eu não tenho um vice-governador, eu tenho outro governador ajudando a governar o Maranhão. Flávio Dino (PCdoB) falando na convenção do vice-governador Carlos Brandão (PRB).

Infelizmente o Banco do Brasil não cuida dos clientes, somente tem interesse em ganhar do coitado assalariado. Vergonha. Ana Cristina, indignada comentando sobre a nota “Banco do Brasil, você confia?” na Coluna do Klamt.

Descobri da pior forma que tenho de controlar diariamente minha conta para não ser lesado pelo Banco do Brasil. Hamilton Souza, comentando sobre a nota “Banco do Brasil, você confia?” na Coluna do Klamt.

Quando tenho dinheiro na conta sou tratado como cliente, quando preciso da ajuda do Banco sou mais devedor. Antônio Freitas, comentando sobre a nota “Banco do Brasil, você confia?” na Coluna do Klamt.

Coluna Aparte – Como antes

Como na eleição que elegeu para o Senado Lobão e João Alberto, ambos do MDB, com a simples sacada de marketing de um apresentando o outro, afirmando que votava no outro, levou os profissionais de imagem de Roseana Sarney (MDB) a pensar em resgatar a mesma ideia com o slogan de “quem vota em Roseana também elege Lobão e Zequinha.”

Coluna Aparte – Tempo passado

Totalmente descabida a tentativa de comparação do ex-governador José Sarney (MDB) em relação ao governo de Flávio Dino (PCdoB).

Improvável que houve mais obras na gestão da década de 60, início de 70, poucos são os projetos conhecidos, sendo que os permanentes ruminados eram do governo militar absorvido como obra estadual.

Tinha o Porto do Itaqui, que ainda pertence a esfera federal, a outra grande infraestrutura foi a São Luís/Teresina, conhecida como BR-135. Possivelmente, aparece a Ponte José Sarney, sendo necessária uma investigação para averiguar se o recurso não seria de Brasília.

Salutar comparar o setor de educação entre as duas gestões, Dino reformou e construiu mais setecentas escolas, exterminando em muitos povoados as degradantes choupanas de palha e barro pelas de alvenaria, permitindo o aprendizado para todas as idades. Sarney afirma que implantou as escolas alfabetizadores João de Barro e os Ginásios Bandeirantes, sem mostrar quantidade e localização.

De fato, sobra as fachadas de cento e sessenta e uma escolas com o nome de José Sarney espalhadas pelo Maranhão, com a certeza que não construiu nenhuma destas batizadas politicamente.

  • Coluna Aparte publicada nas segundas-feiras, na página Política, no jornal O Imparcial.
  • Charge do Zé Maranha por Nuna.

Divino Alkimin

Nenhum susto as táticas aplicadas pelo pré-candidato Roberto Rocha (PSDB) para colocar de escanteio o desafeto Zé Reinaldo (PSDB) na conquista da legenda ao Senado.

Resgatando 2014, quando, sempre pelo bem do projeto político, o preferencial pré-candidato Zé Reinaldo para o Senado, pelo PSB, abriu mão de uma eleição garantida depois da imposição de Roberto Rocha, na época do PSB, como forma de apoiar Flávio Dino (PCdoB) ao governo.

Caso Tavares consiga a legenda será pela divina intervenção do candidato a presidente Geraldo Alkimin (PSDB). Inteligente, sabe que o pré-candidato agrega votos e prefeitos, bagagem que nenhum tem nos tucanos.

  • Imagem de Felipe Klamt no dia que Zé Reinaldo abriu mão do Senado para Roberto Rocha em 2014.

Banco do Brasil, você confia?

Delicada situação vivem clientes do Banco do Brasil com operações ilegais de refinanciamento automático de dívidas, sem autorização do correntista, obrigando a pagar juros absurdos, baseada numa norma do Banco Central que usurpava o direito do consumidor.

Banco Central reconheceu a ilegalidade da operação, retirou a norma, sagazmente o Banco do Brasil mantém o empréstimo, mesmo com o cliente pedindo o cancelamento.

Para completar o suplício de um cliente, ou seria mais uma vítima da agência em São Luís, solicitou ao funcionário o valor total para quitar as dívidas da conta corrente e do cartão de crédito, pagou o valor apresentado.

Descobrindo, posteriormente, na frente do gerente, que o atendente cometeu um grave procedimento informando o valor errado. Mesmo havendo saldo na conta, o atraso gerou juros. Para completar a competente maldade mandaram sujar o nome do cliente no Serasa.

Apesar de todas as provas apresentadas ao gerente em muitas reuniões, o Banco do Brasil continua cobrando duplamente no cartão de crédito e no refinanciamento.

Segundo o gerente, mesmo que page a dívida principal do cartão de crédito, aplicada todas as taxas e juros, vai continuar a famigerada e ilegal cobrança do refinanciamento suspenso pelo Banco Central.

Fica a dúvida da extensão deste comportamento de um banco que assina o nome do Brasil, maltratando os brasileiros.

Aparteando – Indeciso Sarney

Nunca assistimos tantas definições de ultima hora nas chapas majoritárias e proporcionais que vão concorrer nesta eleição. Intrigante que Zé Sarney (MDB) sempre determinou as chapas sem consultar as bases, com muita antecedência. Desta vez, seja por fraqueza política ou por falta de habilidade da filha Roseana Sarney (MDB) enquanto estava no exterior cuidando da saúde da esposa, não agregaram nenhum partido com força eleitoral e, principalmente, com os preciosos minutos. Outros tempos.